10 Dicas para melhorar o Relacionamento Interpessoal

dicas para melhorar o relacionamento interpessoal

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Os relacionamentos interpessoais são um domínio naturalmente complexo. Todos já atravessamos situações em que diferenças e opiniões parecem irreconciliáveis, gerando desconforto e conflito. Em qualquer plano, importa considerar algumas dicas para melhorar o relacionamento interpessoal. Contudo, importa antes saber que é necessário nutrir respeito e uma atitude de autocuidado perante nós mesmos. A partir daí será possível reflectir este equilíbrio com os outros. Na área de desenvolvimento pessoal, destaco vários temas que propõem maior autoconhecimento, autocuidado e aperfeiçoamento.

 

10 dicas para melhorar o relacionamento interpessoal ( em qualquer área!)

 

Respeito

O respeito é a base essencial de qualquer relacionamento, uma vez ausente, toda a dinâmica fica comprometida. Evitar o julgamento ou ganhar consciência do mesmo são passos  importantes para que este sentimento surja. O respeito não implica que eu concorde com a perspectiva do outro, mas requer sim que reconheça e aceite as suas escolhas e modo de vida. Naturalmente que, quando o outro revela um sistema de valores éticos e morais totalmente díspar do meu, tal pode inviabilizar a possibilidade de estabelecer uma relação.

 

Confiança

A confiança é um elemento muito forte, mas extremamente frágil em qualquer relacionamento interpessoal. Esta variável precisa de tempo e consistência para ser construída, contudo num breve instante pode ser quebrada irremediavelmente. Em todos os relacionamentos interpessoais a confiança tem o seu papel, podendo assumir mais ou menos importância dependendo do vínculo estabelecido. Contudo, de forma a relacionar-me de forma plena e mais autêntica com o outro, a confiança precisa de estar presente.

 

Empatia

Em muitos momentos ser empático pode ser extremamente desafiante, “Porque raio aquela pessoa acabou de ser agressiva comigo?”. Sim, parece complicado entender, porém não se trata de aceitar ofensas ou faltas de respeito, mas tentar compreender de onde possa ter surgido aquela acção, afastando assim um estado de raiva e ressentimento. Se experimentares colocar-te na posição do outro poderás relativizar a questão.

 

Colaboração e Cooperação

Vivemos sob o mote da competição, mas acredito que seriamos muito mais produtivos e eficazes se agíssemos de forma a colaborar e cooperar, ao invés de manter o foco na comparação e competitividade.

 

Escuta activa

A escuta pode parecer um elemento óbvio, mas na verdade falha com mais frequência do que possa parecer. A vontade de expor e por vezes impor opiniões gera uma falta de atenção completa perante o que o outro comunica. Até em televisão, em contexto de entrevista assistimos a este processo constantemente. As pessoas atropelam-se a falar, não esperam para escutar e comunicar de acordo com o que é transmitido.

A escuta activa é um elemento muito relevante no processo de comunicação. Esta requer disponibilidade, atenção e interesse de modo a que seja identificada e interpretada a mensagem transmitida de forma verbal e não-verbal. Alguma técnicas podem auxiliar neste processo como o parafrasear, retomar o conteúdo, fazer perguntas de forma ampla sem recorrer ao “porquê”, referir sentimentos e elaborar um resumo do que foi percepcionado. Esta técnica promove o vínculo, confiança e segurança no outro.

 

Comunicação assertiva

Entre um estilo de comunicação agressivo e passivo encontramos a comunicação assertiva.  Esta permite-nos afirmar e revelar os nossos interesses e posições sem assumir uma posição autoritária e dominante. Está presente a empatia e espaço para a negociação, contudo sem abdicarmos da nossa presença e afirmação pessoal. De forma objectiva, convicta, segura, serena e clara é possível transmitir credibilidade e confiança para além de favorecer uma comunicação eficaz.

 

Comunicação não-verbal coerente

Estima-se que mais de 60% da comunicação é feita de forma não verbal. Os gestos, expressão facial e postura corporal revelam muito mais do que temos consciência. Importa atentar neste factor e alinhar a expressão verbal assertiva com o que nosso corpo transparece.

 

Paciência

Também é necessário ser paciente, em várias circunstâncias. Entender o ritmo e processo do outro de forma paciente é essencial para reforçar a ligação. As rotinas aceleradas e a constante desculpa da falta de tempo leva-nos a subestimar este factor.

 

Flexibilidade

A flexibilidade é útil em tudo o que fazemos, a rigidez apenas limita e contrai. Tanto nas relações interpessoais como na elaboração de planos e até connosco mesmos, é preciso ser flexível, ajustarmo-nos ao que muda e não corresponde ao expectável. A criatividade e o desapego são essenciais para cultivar uma atitude mais flexível perante os outros e o que sucede na vida.

 

Todas estas dicas para melhorar o relacionamento interpessoal podem ser úteis e valiosas nas relações que estabeleces..

Qual ou quais os factores que consideras mais desafiantes na tua relação com os outros?

 

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